PNL e vendas: o casamento perfeito para vendas únicas

Quando o mercado se torna mais competitivo e a crise económica atinge as bolsas da maioria dos portugueses, as empresas tendem a aumentar os seus esforços em duas vertentes: a promocional e a comercial. Assim, as vendas começam a ser uma ainda maior preocupação, com vista a garantir a sustentabilidade e a rentabilidade do negócio – o que, no entanto, nem sempre se revela uma tarefa fácil de concretizar. É precisamente por isso que são cada vez mais as empresas a procurar serviços de consultoria em PNL (programação neurolinguística), com vista a desenvolver um sistema estratégico que permita alcançar o tão ansiado aumento dos resultados comerciais. É precisamente por isso que se acredita que associar PNL e vendas resulta no casamento perfeito para todas as empresas que pretendem melhorar consideravelmente os seus resultados.

Todos somos capazes de alcançar melhores resultados

pnl e vendasA PNL, sendo uma ramificação da psicologia humanística, acredita que os seres humanos são dotados de todas as ferramentas e competências de que necessitam para alcançar os seus objetivos – tanto a nível pessoal, como social e profissional. Defendendo a existência de modelos de comunicação que nos permite melhorar os nossos relacionamentos interpessoais, o programa de PNL e vendas permite o desenvolvimento ou a melhoria de competências comunicacionais, que ajudam todos os profissionais da área comercial a aumentar as suas aptidões a nível da motivação, da persuasão e da assertividade, favorecendo os resultados efetivos.

Ao trabalhar com os modelos de PNL, qualquer profissional é convidados a resgatar o seu potencial emocional, o que lhe vai conferir maiores índices de confiança, segurança e tranquilidade, potenciando o seu enfoque na concretização de resultados e na resolução de quaisquer problemas que possam surgir no meio laboral.

No fundo, o programa de PNL e vendas permite definir marcos de referência impactantes no processo de venda, maximizando as valências do produto ou serviço a comercializar e posicionando, na mente do potencial comprador, a intenção de venda como um potencial de interesse acrescido. Este processo envolve, assim, um trabalho de coaching bastante profundo e personalizado, por forma a que o profissional de vendas descubra o seu eixo de assertividade e consiga adaptá-lo, em todas as circunstâncias, ao perfil percebido do seu interlocutor.

A PNL traz mesmo resultados efetivos?

A PNL é atualmente entendida como uma das maiores e mais importantes ferramentas ao serviço das empresas, sobretudo daquelas que pretendem aumentar os seus resultados comerciais e, consecutivamente, a sua rentabilidade. Um processo de PNL e vendas permite o alcance de objetivos tão distintos quanto o aumento do entusiasmo da equipa comercial, o enfoque positivo no cliente, o desenvolvimento da ação com vista ao resultado, a leitura do interlocutor e a permanente sintonização com o perfil do outro. Tudo isto, com vista ao claro desenvolvimento e aumento das vendas e da consequente satisfação do cliente no processo transacional.

Um programa de PNL e vendas é sempre definido de forma totalmente personalizada, tendo em conta o mercado, o negócio e as caraterísticas de cada empresa, analisando ainda de forma individual as especificidades e a personalidade de cada profissional, permitindo a máxima adaptação aos objetivos e ao contexto de cada negócio.

A PNL, ao promover uma alteração profunda no interior do indivíduo, favorece por consequência uma mudança no seio organizacional, melhorando os processos de comunicação, o espírito de equipa, a motivação interna e, claro, a concretização dos objetivos e das expectativas comerciais. Um processo cada vez mais procurado por empresas que pretendem fazer frente as atuais conjunturas económicas, investindo na área comercial de qualidade como o grande potenciador do sucesso e da diferenciação.

Coordenador por profissionais com elevada experiência na área, o programa de PNL e vendas é, hoje em dia, um dos mais impactante e imediatos sistemas de melhoria dos processos comerciais, permitindo o aumento da produtividade, da rentabilidade e da sustentabilidade de qualquer negócio. Algo que pode fazer a grande diferença num mercado em que um dígito a mais pode ditar uma vida empresarial de sucesso.

Conhece o segredo para uma boa gestão de equipas?

Já todos sabemos que os colaboradores são o recurso mais importante de qualquer empresa e que a sua motivação está implicitamente relacionada com os seus níveis de motivação. A questão não se prende com o facto de conhecermos a teoria, mas antes de conseguirmos colocar na prática tudo o que diz respeito a uma efetiva gestão de equipas. Tudo isto porque, apesar de todos os estudos que são frequentemente tornados públicos e que revelam a importância de uma boa liderança, existem ainda muitas empresas que desenvolvem um sistema de chefia – e não de liderança – que acaba por ser contraproducente no processo de gerir e motivar pessoas. Tudo derivado de uma situação que se pode denominar de “miopia empresarial”. Ou seja, a dificuldade que temos em ver claramente o ambiente organizacional da nossa empresa, quando vivemos envolvidos num sistema empresarial a que já nos acomodámos. O segredo para uma boa gestão de equipas? Chama-se simplesmente coaching!

Existem realmente equipas motivadas?

e7e3ca9fc6_stockvault-girl128241Num mercado que parece cada vez mais complexo e competitivo, com empresas que pressionam insistentemente no sentido da concretização de resultados, parece difícil encontrar profissionais e equipas realmente motivados. Mas a verdade é que eles existem – sobretudo em empresas que equiparam a importância da gestão de equipas com a da gestão dos resultados.

A revista Exame publicou no final do ano passado uma lista de empresas que revelam elevados índices de motivação interna, o que está, em todas elas, claramente relacionado com uma eficaz estratégia de gestão, qualificação e desenvolvimento profissional dos seus funcionários.

No entanto, uma boa gestão de equipas implica um sistema equilibrado e saudável de liderança, o que envolve uma série de técnicas, ferramentas e métodos com os quais muitos empresários e dirigentes não se encontram familiarizados. É precisamente aqui que o coaching tem um papel determinante, harmonizando aqueles que são os propósitos comerciais e empresariais com os valores e as expectativas dos colaboradores.

O coaching é um processo de total integração da empresa

O coaching específico para a área de gestão de equipas é um processo de total integração da empresa, que recorre às técnicas de liderança em paralelo com a programação neurolinguística (PNL) para conseguir a máxima harmonização dos colaboradores com a filosofia do negócio.

Entendendo que os colaboradores apresentam com valores, competências e motivações específicos (e muitas vezes distintos), o coaching permite realizar uma análise profunda ao ambiente empresarial, considerando não só as caraterísticas do ambiente organizacional como as caraterísticas e os perfis de liderança existentes na empresa. É através deste diagnóstico que o coaching define o melhor método de gestão de equipas para cada empresa, apostando, depois, no acompanhamento personalizado e frequente dos colaboradores em quem se pretende constituir um processo de mudança.

Sabendo-se que a gestão de equipas é uma das principais ferramentas para a máxima garantia de produtividade e de sustentabilidade de qualquer negócio, o coaching permite rentabilizar as competências de todos os profissionais, contribuindo para uma efetiva transformação do ambiente emocional, em que as relações interpessoais se tornam cada vez mais relevantes.

Definida o “eu” de cada colaborador e líder, torna-se então simples desenhar um caminho estratégico que maximize a qualidade das relações no seio da empresa, sempre com vista à potenciação das competências e dos resultados individuais e, consecutivamente, a um aumento da motivação interna que gera, instantaneamente, resultados operacionais de sucesso.

A gestão de equipas envolve, assim, uma boa liderança e a capacidade de fazer dos objetivos empresariais uma expectativa que é defendida (e suportada) tanto pela empresa como pelos seus colaboradores – sendo precisamente por isso que o coaching promove o sentido da “estrada única”, que colaboradores e chefias percorrem com vista aos melhores resultados.

Já se percebeu, então, que o segredo de uma boa gestão de equipas está intimamente relacionado com a capacidade de liderança, o que se potencia com um serviço de coaching e consultoria que apresenta um único processo: o da máxima rentabilidade!

A sua empresa promove a motivação dos colaboradores?

Longe vão os tempos em que as empresas ainda ignoravam a importância da motivação interna para a produtividade e rentabilidade de um negócio. Hoje em dia, o tema é recorrente no mercado empresarial e faz parte da estratégia base de qualquer organização, percebendo-se o impacto que a motivação dos colaboradores tem na saúde de um negócio. No entanto, e apesar desta perceção generalizada, nem todas as empresas conseguem manter as suas equipas motivadas, desconhecendo as ferramentas e os mecanismos que devem acionar para promover e melhorar a satisfação e a cultura corporativa. Por isso, coloca-se a questão: a sua empresa promove realmente a motivação dos colaboradores?

A motivação como base da produção

Imagine que lhe é confiado um projeto de alta importância na empresa, mas que esse trabalho envolve elevados parâmetros de complexidade que vão implicar a sua dedicação total, num ambiente minado por outras tarefas que se acumulam dia após dia. O mais provável é que, por mais interessante que o projeto lhe pudesse parecer, entrasse num regime de pressão, stress e desmotivação que condicionariam a sua entrega a este trabalho. É precisamente isto que se passa na maioria das empresas: a estratégia e os projetos podem ser bastante aliciantes, mas o ambiente e o contexto nem sempre ajudam ou promovem a motivação dos colaboradores.

Acontece que a motivação dos colaboradores é, na maior parte dos negócios, a chave secreta para a rentabilidade das empresas. Todos os estudos organizacionais indicam que colaboradores mais motivados produzem mais e contribuem para a boa cultura da empresa, algo que os funcionários com menores índices de motivação não conseguem, de forma alguma, assegurar. É precisamente aqui que se enquadra a Teoria da Motivação, desenvolvida pelo psicólogo Frederick Herzberg, que conclui que o nível de rendimento dos profissionais depende claramente da sua satisfação no trabalho.

De acordo com este psicólogo, a motivação profissional está claramente dependente de dois fatores:

  • os fatores motivadores, que se relacionam com questões como a satisfação com as tarefas realizadas, o reconhecimento e a valorização no local de trabalho, o potencial de crescimento profissional e a liberdade para realizar de forma autónoma a função profissional;
  • os fatores higiénicos, que se prendem com a empresa propriamente dita, em áreas como o salário, o ambiente, a política empresarial, a relação com os colegas e os benefícios sociais existentes.

motivação

Será, portanto, com a melhor conjugação destes dois níveis de fatores que as empresas conseguirão aumentar e reforçar a motivação dos seus colaboradores.

Como se pode reforçar a motivação interna?

A questão prende-se precisamente com isto: a dificuldade em tornar a teoria prática. E é exatamente por isto que, quando as empresas sentem que os índices de motivação interna se encontram abaixo do expectável, acabam por confiar o tema a especialistas na área. Para isso, são desenvolvidos processos de coaching e de programação neurolinguística (PNL) que partem de um pressuposto essencial: encontrar o “eu interior” de cada colaborador, com vista à definição e ao desenvolvimento de todas as questões que vão permitir a melhoria da sua motivação, das suas competências em consecutivamente, da sua produtividade.

Ao permitir o desenvolvimento pessoal dos colaboradores, o coaching vai promover, consequentemente, o desenvolvimento do seu “rendimento” profissional, o que se revela de especial importância para o crescimento da produtividade e do sucesso de qualquer negócio a diversos níveis:

  • satisfação individual
  • reforço da cultura organizacional
  • empenho nas tarefas realizadas
  • enfoque nos resultados
  • reforço da flexibilidade
  • melhoria do espírito de equipa
  • aumento da assiduidade e da pontualidade
  • minimização dos desvios de produtividade
  • redução dos rumores e boatos
  • redução dos índices de rotatividade.

Tudo isto se consegue quando se trabalha ao nível das convicções, da missão, da identidade e dos valores, que vão contribuir para a mudança desejada, que potencia, então, a tão ansiada e desejada motivação interna.

Consultadoria aumenta rentabilidade empresarial

Segundo um estudo divulgado pela AICEP (Associação Internacional das Comunicações de Expressão Portuguesa), 38% das empresas portuguesas considera que, atualmente, o maior problema mundial se prende precisamente com a atual crise financeira que se tem feito sentir de forma bastante acentuada no nosso país. Esta preocupação, que atinge não só os dirigentes empresariais, mas igualmente todos os profissionais que se encontram no ativo, leva a uma elevada instabilidade que muitas vezes põe em causa a motivação das equipas e consequentemente, a rentabilidade dos negócios. É precisamente por isto que os processos de consultadoria em PNL (programação neurolinguística) garantem máxima eficácia a todas as empresas que pretendem aumentar a motivação do grupo e a rentabilidade corporativa.

O que é a PNL?

A PNL nasceu no início da década de 70, na Califórnia, e partiu do pressuposto da possibilidade de criar modelos de processamento cognitivo associados ao modo como as pessoas comunicam e se comportam. Ou seja, segundo esta ciência, é possível introduzirmos estratégias pessoais e profissionais que produzem novos resultados ao nível do pensamento e do comportamento: nosso e dos nossos interlocutores.

Partindo deste pressuposto, a PNL revelou rapidamente uma grande pertinência no mercado empresarial, sendo há décadas utilizada em processos de consultadoria que visam aumentar a motivação corporativa, a visão comercial e a rentabilidade do negócio. Trata-se de um processo de alto impacto e de clara eficácia que aborda individualmente os colaboradores alvo da ação de consultoria e que se reflete em claros resultados ao nível individual e coletivo.

A consultadoria em PNL é, assim, um serviço totalmente realizado à medida de cada mercado e de cada empresa, adaptando os métodos interventivos às especificidades da empresa, dos seus colaboradores e dos resultados que se pretende obter. Conhecida como a “arte da mudança”, a PNL garante isto mesmo: a obtenção de um processo de mudança que apresenta óbvias melhorias em termos de motivação, de espírito de equipa, de enfoque nos resultados e de aumento da rentabilidade.

O processo de consultadoria implica um custo elevado?

consultoriaQualquer empresa que já tenha realizado um processo de consultadoria em PNL sabe que este que parece um custo adicional se revela, afinal, um claro investimento no valor do negócio e dos seus recursos humanos, na medida em que promove uma série de sucessos que se revelam muito difíceis de obter com qualquer outra abordagem alternativa:

  • retenção de talentos
  • fixação de competências
  • aumento da motivação profissional
  • reforço do espírito de equipa
  • melhoria da relação custo-benefício
  • enfoque no alcance de resultados
  • aumento da performance e, consequentemente, da rentabilidade.

Sendo sempre coordenados por profissionais com elevada experiência e formação nesta área, os processos de consultadoria em PNL são cada vez mais procurados por pequenas e grandes empresas que, mesmo que se encontrem com bons níveis de desempenho, procuram aumentar os seus índices de competitividade, que aumentam a sua distinção no mercado.

consultadoria em PNL envolve ainda mecanismos de ativação e melhoria dos processos de liderança, trabalhando diretamente com profissionais com cargos de chefia no sentido de desenvolver as competências que aumentarão os seus perfis de mentores e, por consequência, a melhor coordenação das equipas lideradas. Tudo com vista ao perfeiçoamento das skills de comunicação e de interação pessoal, o que apresenta claras mudanças no sistema de gestão de equipas, de superação de resultados e, consecutivamente, de obtenção de sustentabilidade corporativa.

Trata-se, assim, de um processo de mudança que pode contribuir como resposta ao atual contexto económico e ao receio generalizado das pessoas e das empresas de que a crise e as contenções do mercado condicionem a rentabilidade dos negócios. No fundo, a consultoria em PNL não é mais que a clara definição dos objetivos corporativos e a definição das melhores soluções individuais e corporativas para o sucesso de uma empresa. Um processo que, como já se viu, se revela o melhor investimento na sustentabilidade de qualquer negócio.

Stress Profissional Afeta Motivação no Trabalho

A European Agency for Safety and Health at Work é categórica ao considerar que, na União Europeia, o stress é uma das principais causas de doenças relacionadas com o trabalh, acarretando um serio desiquilíbrio não só a nível pessoal como organizacional. Sendo uma das mais diretas consequências da falta de motivação profissional, o stress compromete a rentabilidade do negócio, sendo, por isso, considerado por muitos especialistas como a “doença do século”. É precisamente por isso que, ao detetar os primeiros sintomas de stress no ambiente corporativo, a empresa deve desenvolver esforços de reativação da saúde laboral e de consequente aumento da motivação no trabalho.

Como surge o stress profissional?

O mercado empresarial encontra-se cada vez mais complexo e competitivo, obrigando ao aumento do esforço corporativo para obtenção dos resultados esperados. Neste contexto, os profissionais sentem-se cada vez mais pressionados para alcançar objetivos e para, consequentemente, garantirem os seus postos de trabalho. Esta pressão, que é vivida com especial intensidade no seio de algumas empresas, leva consequentemente ao aparecimento do stress profissional.

O stress começa por se relevar com sintomas individuais, que passam por cansaço, irritabilidade, perturbações do sono, dores de cabeça e dificuldades de concentração, passando rapidamente a manifestar consequências a nível profissional. Nesta fase, a empresa começa então a sofrer de aumento do número de acidentes de trabalho, de incumprimento de horários, de aumento das taxas de absentismo e de rotação de pessoal e, consequentemente, de um menor rendimento e produtividade. É precisamente neste contexto que o stress condiciona a cultura e o ambiente corporativos, originando quebras nos índices de motivação no trabalho.

Por mais que pareça um problema circunstancial, é importante perceber que o stress profissional, quando não corrigido, pode ter consequências tão danosas para as empresas que pode levar inclusivamente à falência de um negócio. Trata-se, como se pode perceber, de uma doença organizacional que põe seriamente em risco a sobrevivência de qualquer empresa.

Consultoria empresarial é o melhor antiobiótico para o stress profissional

motivação no trabalhoQuando a empresa deteta os primeiros sinais de stress profissional, deve avançar quanto antes com um processo de consultoria específico para o caso, que tanto erradique o problema como devolva ao sistema corporativo a motivação no trabalho. A consultoria estratégica vai, assim, enfocar-se na obtenção do maior segredo para o sucesso de qualquer empresa: a concretização de um dia-a-dia inteligente (assente nos processos produtivos) e saudável (baseado no equilíbrio da cultura organizacional).

Coordenados por equipas altamente especializadas na área, os processos de consultoria realizam-se, normalmente, em quatro fases:

  1. Diagnóstico: em que se analisa o contexto da empresa, a sua atividade, as suas expectativas e as suas condicionantes estratégico-operacionais;
  2. Planificação: que envolve a definição das ferramentas e dos métodos que permitirão dar resposta às necessidades da empresa, propondo-se a alcançar os objetivos traçados;
  3. Intervenção: através da implementação das medidas definidas, em estreita colaboração com os elementos da empresa;
  4. Monitorização: em que, implementados os processos, de controlam e avaliam os impactos obtidos com o processo de consultoria.

A duração de uma ação de consultoria depende das especificidades da empresa e das ocorrências que é necessário coordenar, mas revela sempre elevadíssimas consequências positivas ao nível da produtividade, da motivação no trabalho e, claro, da rentabilidade – o que apenas se consegue eliminando o “vírus” do stress profissional e devolvendo às equipas a rotina saudável que contribui para a sustentabilidade de qualquer negócio.

Estas ações envolvem processos de coaching profissional e empresarial, em que a PNL (programação neurolinguística) imputa mudanças de imediata perceção no seio da empresa, definindo mudanças comportamentais a nível individual e empresarial que vão acarretar alterações profundas (e muito positivas) na motivação no trabalho.

Por isso, e percebendo-se a gravidade de situações de stress profissional, a consultoria estratégica revela-se, sem dúvida, o melhor antibiótico para quem quer fazer da motivação no trabalho o grande alicerce da produtividade do negócio.

Rotatividade de pessoal reduz rentabilidade empresarial

Dizer que a rotatividade de pessoal é cada vez mais habitual no mercado de trabalho não é novidade. Mas se acrescentarmos que a taxa de rotatividade nas empresas consideradas como as Melhores Empresas para Trabalhar (do Great Place to Work) é muito inferior à média nacional, talvez se possa então chegar a um dado conclusivo: para além de apostarem numa eficaz gestão e motivação de pessoal, estas empresas sabem como garantir a máxima rentabilidade dos seus negócios. Isto porque a rotatividade implica uma série de consequências negativas em que muitos empresários não pensam na hora de dispensar ou de descurar a gestão dos seus colaboradores, podendo os gastos envolvidos com este processo ser demasiado elevados para a capacidade financeira e estratégica de qualquer negócio. E é precisamente por isso que um serviço de consultadoria pode ajudar a reorganizar e estabilizar a permanência das equipas numa empresa que se pretende eficiente e com máxima rentabilidade.

A rotatividade não pode ser positiva?

Sim, há situações em que a rotatividade pode ser positiva, sobretudo quando se aposta numa renovação dos quadros com profissionais mais experientes e qualificados. Mas, num cenário marcado pela crise económica que afeta as tesourarias empresariais, este é um quadro cada vez mais raro. Quando a empresa não aposta na motivação e retenção do seu pessoal, ou quando considera eficaz as consequentes captações e dispensas, pode surgir uma série de danos que se podem revelar irrecuperáveis:

  • gastos relacionados com despedimentos
  • encargos com novos recrutamentos
  • perda de mão-de-obra já inteirada dos processos de trabalho e da cultura organizacional
  • dificuldade em recrutar novos colaboradores com competências efetivas
  • perda de credibilidade no mercado, relacionada tanto com a saída de colaoradores já associados à empresa como com a imagem de “mau empregador” que saídas consecutivas podem acarretar.

Para evitar a rotatividade e os seus consequentes danos, as empresas podem apostar numa série de práticas que promovem a fidelização dos seus colaboradores: criação de um bom ambiente empresarial, definição e propagação da cultura organizacional, aposta em mais-valias complementares ao salário, como as formações, a possibilidade de crescimento vertical e horizontal, a flexibilidade operacional, a implementação de ações de valorização e reconhecimento e os planos de carreira, entre muitos outros. A par com estas medidas, as empresas devem recorrer a processos de consultadoria estratégica que ajudará a encontrar e a manter o rumo ideal para cada organização.

Consultadoria promove saúde empresarial

rentabilidade empresarialNo fundo, a consultadoria pode ser realmente assim definida: como o processo estratégico que promove e garante a melhor saúde de cada empresa e negócio, sendo um verdadeiro investimento no valor da marca e, consequentemente, dos seus recursos humanos. Aliada a um verdadeiro e profundo processo de coaching, a consultadoria vai permitir:

  • aumentar a produtividade e a performance empresarial
  • aumentar os resultados
  • melhorar o trabalho em equipa
  • reter talentos
  • equilibrar a relação custo-benefício no desempenho na empresa
  • evitar a perda de conhecimento e a queda da produtividade associadas à saída de um colaborador da empresa.

Tudo isto se vai refletir no consequente aumento da produtividade e da rentabilidade empresarial, garantindo não só a retenção dos colaboradores chave da empresa, mas também minimizando os gastos associados à eventual saída de funcionários.

A maioria das empresas opera ao nível da inteligência estratégica, o que envolve a planificação de áreas como a gestão, o marketing, as finanças e as tecnologias, mas e importante garantir igualmente a manutenção de uma área vital, considerada pela consultadoria: a da saúde estratégica, que se vai enfocar na implementação de uma política mínima, de reforço da moral corporativa, da promoção da alta produtividade e, finalmente, da redução da saída dos bons profissionais. Trata-se, portanto, de uma conjugação de fatores que o processo de consultadoria implementa, sempre com base em ferramentas e técnicas de alto impacto, e que aumenta drasticamente a saúde e a vitalidade de qualquer negócio.

5 dicas para rentabilizar o trabalho em equipa

O trabalho em equipa pode ser considerado a mais “milagrosa” fórmula para o sucesso de qualquer empresa. De facto, são diversos os estudos que comprovam que, quanto mais motivada e alinhada estiver uma equipa, maiores serão os resultados efetivos de um negócio. Curiosamente, são estas mesmas investigações a referir uma relação indissolúvel: só existe verdadeiro trabalho de equipa quando há motivação, mas é também a motivação que reforça o trabalho de equipa. Se reconhece a importância deste tema para o sucesso da sua empresa, fique então a conhecer algumas dicas que irão, com toda a certeza, aumentar o trabalho de equipa e a concretização dos objetivos organizacionais.

Começar por eliminar a miopia empresarial

A verdade é que, quando trabalhamos há algum tempo na mesma empresa, ganhamos uma série de rotinas e de vícios que nos tornam míopes e que nos impedem, muitas vezes, de perceber a realidade organizacional tal como ela é. Portanto, o ideal é começar por “tratar” essa miopia, tentando analisar imparcialmente o contexto da empresa: como funcionam as equipas de trabalho? Como se processa a resolução de problemas? Existe coesão na concretização de objetivos? As respostas a estas e outras questões semelhantes permitirão, então, realizar uma auditoria isenta e consistente, que antecederá os passos seguintes.

Detetados os maiores problemas conjunturais, é chegada a hora de implementar a segunda dica: a de otimizar o trabalho de equipa. Para isso, há que dotar os colaboradores de métodos, técnicas e ferramentas que lhes permitam desenvolver o seu trabalho com máxima eficácia – implique isso o investimento em recursos informáticos ou em novas contratações.

Um terceiro passo implica a análise dos perfis de liderança. O trabalho de equipa estará a ser prejudicado por um líder cujo estilo e postura condicionem a motivação dos colaboradores? Neste caso, a formação e o coaching poderão trazer mudanças efetivas que se reverterão, consequentemente, numa melhoria do trabalho em verdadeira equipa.

A quarta dica passa pelo estudo dos métodos de valorização dos colaboradores. Os esforços individuais estão subjugados aos da equipa? Os colaboradores não se sentem reconhecidos quando alcançam resultados positivos? É, pelas implicações que estas questões podem acarretar, essencial que se definam formas de reconhecimento e valorização individual e grupal, o que pode ser facilmente definido com recurso a um processo de consultoria profissional.

E, finalmente, a aposta nas competências individuais

A quinta dica para melhoria do trabalho de equipa passa pela formação, que é uma das melhores formas de desenvolver e potenciar as competências pessoais, a motivação, o espírito de equipa e, consequentemente, os resultados organizacionais. Isto através da implementação de métodos formativos que auxiliam no processo de:

  • resolução de problemas
  • reforço motivacional
  • tomada de decisão
  • aumento da criatividade profissional
  • estabelecimento de objetivos individuais e grupais
  • definição de metas e de uma direcção para a equipa.

As atividades desportivas são conhecidas por apostarem no desenvolvimento de todos estes pressupostos, como forma de valorizar individualmente os jogadores e de lhes incutir um espírito de equipa que se enfoca num objetivo comum: a vitória nos jogos realizados. Profissionalmente, o cenário é idêntico, pelo que as formações em trabalho de equipa definem padrões e métodos muito similares aos aplicados no mundo desportivo mas, obviamente, transpostos para o mercado empresarial.

trabalho em equipa

O coaching, que envolve um processo de compromisso para com um objetivo específico, é um método de abordagem regular nestas formações, procurando adaptar todos os trâmites formativos às necessidades efetivas da empresa, das equipas e dos colaboradores. Trata-se, no fundo, de um verdadeiro projeto de consultoria aliada a formação, em que os lideres e as equipas ficam munidos de ferramentas de efetiva praticidade diária, que aumentarão a motivação, o espírito e o trabalho de equipa, a produtividade e a rentabilidade.

Aumentar e rentabilizar o trabalho de equipa? Pode ser, como já percebemos, um processo de apenas cinco fases que fará do seu negócio o mais estrondoso sucesso!

PNL promove e potencia comunicação de sucesso

Todos sabemos como a comunicação é essencial no nosso dia-a-dia, tanto a nível dos relacionamentos pessoais como dos profissionais. No entanto, nem todas as pessoas se sentem portadoras da chamada “destreza comunicacional”, revelando que sofrem de uma série de lacunas em termos da oralidade, da fluência de vocabulário e da linguagem corporal. Esta situação pode não apresentar consequências realmente nefastas na vida de muitas pessoas, mas há áreas – como a comercia – em que a comunicação é vital para o sucesso profissional e para a rentabilidade laboral. É exatamente aqui que o parelelismo entre PNL e vendas se torna determinante.

Todos somos potenciais vendedores

PNL e vendasEsta é uma frase motivacional que invade frequentemente o nosso espaço pessoal, seja em livros, em convenções ou em reuniões de trabalho. E a verdade é que ela tem um fundo de verdade. No fundo, todos passamos o dia a vender, pelo menos, uma coisa: a nossa imagem, seja enquanto pais, enquanto amigos ou enquanto profissionais. Acontece, no entanto, que este processo de venda é, na maioria das vezes, processado de forma inconsciente – ao contrário da venda profissional, que carece de uma efetiva estratégia planeada.

A PNL nasceu no início da década de 70 pelas mãos de John Grinder, especialista em linguística, e de Richard Bandler, professor de sistemas, que rapidamente perceberam que os comunicadores de sucesso apresentavam uma série de caraterísticas, técnicas e metodologias que, quando replicadas, permitiam obter semelhantes sucessos ao nível comunicacional. Nasceu assim aquela que é considerada uma das mais eficazes ferramentas ao serviço do Homem e dos relacionamentos interpessoais, a PNL, que depressa se tornou uma grande aliada de muitos profissionais, mas sobretudo daqueles que, como os comerciais, fazem da palavra falada o seu modo de vida.

Em termos gerais, a PNL assenta no pressuposto da empatia e do raport, defendendo que a comunicação é tanto mais bem sucedida quanto mais formos capazes de nos moldar à forma de ser do nosso interlocutor. Em termos práticos, isto significa que um vendedor será capaz de desenvolver mais empatia e mais vendas junto dos seus potenciais compradores se conseguir entender e ajustar-se ao contexto, às necessidades e às expectativas do outro.

Na área comercial, esta ferramenta é determinante para a formação e para o desenvolvimento dos vendedores, considerando-se que a PNL e as vendas conseguiram em pouco tempo aquilo que tantas outras áreas complementares não alcançaram: um casamento de sonho.

Formação em PNL e vendas potencia comunicadores de sucesso

A formação em PNL e vendas, ministrada por profissionais de alta competência e credibilidade na área, trabalha todos os fatores que influenciam o sucesso em todas as fases do processo de venda, o que envolve o reforço das seguintes competências:

  • equilíbrio emocional que promove a definição de soluções para os desafios do contexto profissional
  • reforço da energia positiva
  • pensamento positivo a propósito do cliente, eliminando preconceitos e juízos de valor
  • respeito pelo espaço do cliente
  • leitura e interpretação do outro
  • submissão da fala à escuta na relação comercial
  • sincronização comportamental com o cliente.

Este processo formativo, ao envolver um profundo método de autoconhecimento, implica uma mudança natural e intuitiva nas metodologias pessoais de relacionamento interpessoal, promovendo relações de sucesso e maximização dos resultados comerciais. Esta melhoria acaba por ser refletida a três níveis de sucesso – pessoal, grupal e empresarial – aumentando não só a produtividade laboral como a autosatisfação, a autoimagem e a autosegurança, que se revelam essenciais na vida de qualquer pessoa.

Uma formação em PNL e vendas revela-se obviamente essencial para qualquer comercial ou vendedor que pretenda melhorar as suas competências pessoais e profissionais, mas é igualmente muito procurada por pessoas de outras áreas que entendam o potencial desta abordagem formativa para melhorar a sua comunicação e os seus relacionamentos interpessoais.

No fundo, a PNL trabalha aprofundadamente no sentido de uma frase celebrizada por Nelson Mandela: “Se falares a um homem numa linguagem que ele compreenda, a tua mensagem entra na sua cabeça. Se lhe falares na sua própria linguagem, a tua mensagem entra-lhe diretamente no coração”. O que, em vendas, pode ser o segredo do verdadeiro sucesso!

 

Google é exemplo de como a motivação gera produtividade

ca4ff27c61_motivao_gera_produtividadeNo final do ano passado, a rádio TSF fez uma reportagem a Google, uma das maiores e mais importantes empresas a nível mundial, tendo reforçado aquilo que já tantos estudos confirmaram: a motivação é a chave para a produtividade deste negócio. De facto, a empresa é conhecida por investir uma elevada fatia do seu lucro em condições de trabalho verdadeiramente únicas, em que a a satisfação e a motivação no trabalho sustentam fortemente a produtividade que a Google vê aumentar ano após ano.

A motivação gera ação

A motivação pode ser entendida como o conjunto de fatores de ordem psicológica, fisiológica, intelectual ou afetiva que determinam o tipo de conduta e de atitudes que as pessoas praticam no seu dia-a-dia, o que nos permite compreender a importância que este elemento tem na vida e na rentabilidade de qualquer empresa.

Atualmente, as empresas encontram-se bastante pressionadas pela complexidade e pela competitividade feroz, pelo que baseiam cada vez mais a sua política corporativa na satisfação dos colaboradores e na efetiva motivação no trabalho, como forma de garantir a consequente concretização dos objetivos traçados.

600x357_shutterstock_123346243No entanto, e apesar dos esforços que possam ser empreendidos, nem sempre se consegue promover uma verdadeira motivação no trabalho que, segundo diversos estudos, está diretamente relacionada com uma série de fatores:

  • cultura corporativa transparente e percetível
  • código de conduta flexível e tolerante
  • promoção da transparência comunicacional
  • valorização e reconhecimento dos colaboradores
  • aposta na formação profissional
  • desenvolvimento de carreira
  • definição de regras claras e de objetivos atingíveis
  • liderança eficaz e em linha com os propósitos empresariais
  • envolvimento dos colaboradores na vida do negócio.

Apesar de parecerem pressupostos óbvios e básicos, a verdade é que eles nem sempre são implementados no seio organizacional, o que reforça a opinião do guru norte-americano Peter Russel, que considera que “cerca de 90 por cento dos problemas das empresas giram em torno da comunicação ou da ausência desta”. A questão que se coloca é, então, como colmatar este problema que parece afetar 90% das empresas com problemas motivacionais?

Formação ao nível do inconsciente promove aumento da motivação

Já se sabe que as tendências formativas estão em permanente evolução, tendo aparecido, nos últimos tempos, ferramentas verdadeiramente únicas no campo formativo. Uma delas prende-se com a formação neurológica, que atua ao nível do subconsciente, e que promove, junto dos colaboradores, uma série de mais-valias essenciais para o aumento da motivação no trabalho:

  • determinação da forma como se adquire energia e motivação no trabalho
  • definição do modo como cada colaborador recebe, processa e reage ao contexto empresarial
  • estipulação do plano individual para reforço da motivação no trabalho, a par com as expectativas pessoais e a realidade organizacional.

A formação em motivação no trabalho não é, no entanto, específica apenas para os colaboradores, mas também para elementos de direção e de administração, revelando-se essencial para reforçar a sua satisfação profissional e, consequentemente, o modo como promovem a qualidade na vida profissional dos seus subordinados. Até porque, estando a motivação no trabalho diretamente relacionada com os lideres diretos e indiretos, se torna fulcral cruzar os estilos de lidernça com a satisfação que efetivamente se denota nas equipas.

É importante considerar ainda que estas formações se realizam habitualmente nas instalações da própria empresa, permitindo assim um verdadeiro processo de auditoria, consultoria e coaching que adequa todo o método formativo à realidade, às necessidades e ao contexto de cada negócio. Tudo com a máxima consistência e com total enfoque no aumento da produtividade das empresas.

Assim, para se apostar numa estratégia de vitalidade e saúde empresarial, torna-se determinante assegurar a máxima motivação no trabalho que, tantas vezes, se consegue com pequenos ajustes e ligeiras mudanças que garantem toda a diferença. Não é preciso olharmos muito longe: a Google, que é a marca com que provavelmente mais nos cruzamos ao longo do dia, é, afinal, a maior prova disso!

Boa gestão de equipas é vital para saúde empresarial

Longe vão os tempos em que os empresários dedicavam apenas todas as suas atenção à produtividade e rentabilidade do negócio. Hoje, sabe-se que os resultados dependem intrinsecamente de um outro, que se reverte de elevada importância estratégica para qualquer empresa: os recursos humanos. No entanto, gerir pessoal é muito mais que contratar, atribuir responsabilidades e processar os salários mensais. Na verdade, a gestão de equipas é uma das mais complexas e sensíveis áreas empresariais, obrigando ao domínio de uma série de técnicas e ferramentas que potenciam a motivação, a produtividade e, consequentemente, a tão ansiada rentabilidade financeira. Uma delas é a comunicação, responsável por tantos dos problemas que as empresas portuguesas vivem ao nível da gestão de equipas.

Como se pode garantir uma boa gestão de equipas?

gestao_de_equipasA gestão de equipas está diretamente relacionada com a cultura organizacional, mas também com o perfil de liderança em curso. Cada vez se fala mais na distinção entre chefe e líder, sendo precisamente aqui que assenta uma boa gestão de equipas. Um bom líder é aquele que aposta no trabalho grupal, posicionando-se com a maior fonte de conhecimento e de motivação dos seus colaboradores, o que implica a implementação de uma série de medidas:

  • transparência na comunicação. Obviamente que um líder não pode partilhar todas as informações empresariais com a sua equipa. Mas, para a que pode e deve ser partilhada, ele deve encarar os seus colaboradores como os recetores prioritários, apostando ainda num canal de comunicação aberto, tanto a nível descendente como ascendente;
  • assunção dos erros. Um bom líder sabe que, como qualquer ser humano, também erra e, como tal, não tem quaisquer complexos em assumir as suas falhas, nunca atribuindo a terceiros a culpa pelos seus deslizes;
  • comando firme. O líder é o braço forte de uma equipa, pelo que se deve empenhar na motivação e na formação dos seus colaboradores para a concretização dos objetivos empresariais. Como tal, deve dar ainda o exemplo ao nível da proatividade e da produtividade laboral;
  • desenvolvimento de escuta ativa. Só existe liderança quando se ouve os colegas e se adapta posturas, decisões e métodos às diferenças grupais;
  • reconhecimento. Todos sabemos que a motivação profissional depende em grande parte do nível de reconhecimento que nos é atribuído dentro da empresa. Por isso mesmo, o líder deve valorizar as competências e as conquistas dos seus colaboradores, tanto de forma individual como na ótica do crescimento da equipa.

Estas competências são muitas vezes inatas aos líderes que, mesmo sem formação específica na área, desempenham uma liderança exemplar. Mas e quando a gestão de equipas não é devidamente assegurada por quem a lidera?

Formação promove e fomenta uma gestão de equipas saudável e eficaz

Existem, infelizmente, muitos casos de líderes que, por natureza ou falta de conhecimentos, não fomentam uma eficaz gestão de pessoal. Nestas situações, o ideal é apostar numa formação em gestão de equipas, que permita dotar o líder de conhecimentos e competências que lhe permitam gerir saudável e eficazmente as pessoas que coordena. Estas formações, normalmente ministradas nas instalações da própria empresa, são especialmente enriquecidas com jogos, dinâmicas e análises de caso de estudo que permitem aos líderes compreender a importância da gestão de equipas e a necessidade efetiva de alterar as suas medidas de liderança.

Num processo de verdadeiro coaching, as formações em gestão de equipas possibilitam um autoconhecimento muitas vezes difícil de alcançar noutros métodos e apresentam resultados verdadeiramente únicas nos estilos, nos métodos e nas formas de liderança e coordenação, acarretando um forte impacto positivo na vida e no sucesso dos departamentos e das empresas.

Porque um líder é muito mais do que alguém que ordena, a formação em gestão de equipas revela-se uma das melhores apostas para quem quer fazer da sua equipa o maior recurso efetivo da sua empresa.